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Terra: a incrível máquina de vida

Até o que se sabe, a Terra é o único planeta do universo que apresenta condições necessárias ao surgimento e sobrevivência da vida. Isso porque é o único planeta que possui água em estado líquido, além dos estados gasoso (vapor) e sólido (gelo), e a água é fundamental para os seres vivos; sua distância em relação ao Sol (cerca de 150 milhões de km) permite que não seja muito fria, como Netuno, nem muito quente, como Mercúrio, ou seja, que tenha uma temperatura que a vida suporte; é um planeta que possui também atmosfera, com uma camada que protege contra os raios ultravioletas do Sol, a camada de ozônio, e oxigênio, sem o qual nenhum ser vivo sobrevive.

Sua rotação (movimento que o planeta realiza em torno do próprio eixo) é de aprox. 24 horas e a translação (movimento que o planeta realiza em torno do Sol), de aprox. 365 dias e 6 horas. Possui 5 continentes: América, África, Ásia, Europa e Oceania; e mais de 200 países. Possui um satélite natural: a Lua. É maior do que os  planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Plutão, Sedna, Éris e Ceres e menor do que Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Tem forma aprox. esféric (não totalmente, pois é achatada nos polos) e o seu diâmetro é de aprox. 12.756 km.

A Terra possui diversos ambientes naturais, entre eles: desertos, florestas, oceanos, geleiras etc., quase todos com uma fauna e flora bem diversificadas e ricas. O planeta possui quatro hemisférios: o hemisfério Sul, Meridional ou Austral (daí vem o nome do fenômeno “aurora austral”) e o hemisfério Norte, Setentrional ou Boreal (daí vem o nome do fenômeno “aurora boreal”), que são divididos pela linha do Equador, uma linha imaginária que “divide” o planeta ao meio na horizontal, “passando” por Quito, a capital do Equador; e o hemisfério Ocidental ou Oeste e o hemisfério Oriental ou Leste, que são dividos pelo meridiano de Greenwich, outra linha imaginária que “divide” o planeta ao meio na vertical e está “posicionada” na direção de Greenwich, em Londres, Inglaterra.

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Reforma ortográfica: um sofrimento na vida dos já alfabetizados

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A reforma ortográfica da língua portuguesa aconteceu para igualar a escrita entre os países lusófonos (que falam português), mas causou muito sofrimento entre as pessoas que foram educadas com a antiga ortografia.
Aí vão algumas novas regras para não se dar mal na prova:
1. Não são mas acentuados os éi e ói das palavras paroxítonas, como: ideia, assembleia, colmeia, plateia, jiboia, joia, paranoia, asteroide, geleia, heroico.
Exceções: palavras oxítonas, como papéis, herói(s), anéis, constrói, destrói.
2. Palavras que terminam em ôo e êem perderam o acento circunflexo, como: enjoo, voo, leem, veem.
3. Acentos diferenciais foram abolidos, como: pára (para), pólo (polo), pêlo (pelo).
Exceções: pôde, fôrma (opcional), pôr, têm, vêm.
4. O trema deixa totalmente de existir (pinguim, sequencia, tranquilo, consequencia).
5. O alfabeto passa a ter 26 letras. Inclusão do Kk, Ww e Yy.

Hífen: milhões de regras e palavras modificadas
O hífen é o que vem causando mais problemas na sociedade, pois várias palavras mudaram. Porém, se você perceber, é mais fácil do que parece.
Aí vão algumas ideias (sem acento!):
1. Coloca-se hífen:
a) Quando o prefixo termina na mesma vogal com que se inicia a segunda palavra, como arqui-inimigo, micro-organismo, micro-ondas.
b) Nas formações com prefixos e com o segundo elemento iniciado por h: anti-herói, anti-higiênico, pré-história.
2. Não coloca-se hífen:
a) Quando o prefixo terminar em vogal e a segunda palavra começar com r ou s, duplicam-se as consoantes: autorretrato, ultrassonografia, ultrarresistente, minissaia, antirrugas, microssistema.
b) Quando o prefixo termina com vogal e o segundo elemento inicia-se por consoantes diferentes de r ou s: autobiografia, antebraço, antecâmara, sobrecoxa, ultramoderno, semicírculo.

Fonte: manual da nova ortografia do jornal A Tarde.
No final das contas, é mas fácil do que parece aprender as novas regras da ortografia. E existem muitas outras regras sobre o hífen além destas. Vocês podem pesquisar em livros, dicionários, manuais da nova ortografia ou até mesmo na internet.
Entender as regras é fácil. Lembrar… nem tanto.